Lutar, amar e sofrer entre as Mães pela Diversidade
Este artigo parte da interlocução com a associação Mães pela Diversidade do estado de Goiás, Brasil, para analisar a performance do “ativismo materno” que combate violências cometidas contra filhos e filhas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, intersexos, queers e outras expressões de...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Sexualidad. Salud y Sociedad (Rio de Janeiro) |
| Idioma: | portugués inglés |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/50619 |
| Acceso en línea: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/SexualidadSaludySociedad/article/view/50619 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | activismo materno Movimiento LGBTIQ violencia emociones antropología visual. ativismo materno movimento LGBTIQ violência emoções antropologia visual. activist mothering LGBTIQ movement violence emotions visual anthropology. |
| Sumario: | Este artigo parte da interlocução com a associação Mães pela Diversidade do estado de Goiás, Brasil, para analisar a performance do “ativismo materno” que combate violências cometidas contra filhos e filhas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, intersexos, queers e outras expressões de gênero (LGBTIQ+). Por meio de registros etnográficos verbais e desenhados, proponho refletir sobre os modos como emoções são dramatizadas para a confecção de lutas que, dentre outras coisas, visam à busca por justiça, denúncia de violação de direitos humanos e construção de uma malha de apoio mútuo. |
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