A construção pesada brasileira
A construção pesada brasileira, setor produtor das rodovias, túneis, aeroportos, portos, ferrovias, metrovias, barragens, usinas hidrelétricas e obras de arte, pontes e viadutos - bens que compõem a infraestrutura nacional - além de dinamizar diretamente as demais indústrias, contribuir para ocupaçã...
| Autor: | |
|---|---|
| Formato: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-26042018-122429 |
| Acesso em linha: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-26042018-122429/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Brazil heavy civil or heavy engineering construction Brazilian heavy construction Brazilian heavy construction birth and evolution Brazilian heavy contractors Construção pesada brasileira Gênese e evolução da construção pesada Grandes construtoras brasileiras Grandes obras de engenharia do Brasil Infraestruturas Infrastructures |
| Resumo: | A construção pesada brasileira, setor produtor das rodovias, túneis, aeroportos, portos, ferrovias, metrovias, barragens, usinas hidrelétricas e obras de arte, pontes e viadutos - bens que compõem a infraestrutura nacional - além de dinamizar diretamente as demais indústrias, contribuir para ocupação da mão de obra e absorver conhecimento tecnológico, é também formadora de uma engenharia nacional de alta especialidade técnica, reconhecida e respeitada no mundo todo. Para se entender a pujança desta atividade industrial, parte-se da gênese histórica da construção pesada nacional e das grandes firmas. Verifica-se o funcionamento do setor, aspectos técnicos, jurídicos, econômicos, políticas, materiais, máquinas, pessoal e demanda. E, por fim, a distribuição espacial, localização de obras e empresas. A estruturação da construção pesada acompanha o processo da industrialização nacional, dinamizado, sobretudo, a partir dos anos 1930. De 1960 a 1970 o setor montado vive a expansão interna com o aumento da demanda e início da inserção no mercado regional. Após a desaceleração da demanda interna a partir dos anos 1980, as construtoras partem para concessões de serviços públicos e demanda externa de construção de obras pesadas. Mantém-se pela expansão via diversificação de atuação e multinacionalização, as quais tomam força a partir da década 1990. Com as políticas nacionais de privatizações passam a atuar as firmas em saneamento, telecomunicações, energia, petroquímicos, transportes, defesa, mineração, óleo e gás, bioenergia, mobilidade urbana, empreendimentos imobiliários, têxtil, naval. Nos anos 2000 consolidam-se como grandes grupos empresariais atuantes nos mais diversos setores econômicos e retomam com força às atividades de construção de infraestruturas internas estimuladas por novas demandas públicas. A partir dos anos 2010 inicia-se o reajuste do setor. O objetivo principal deste trabalho é o de compreender o setor da construção pesada brasileira sua consolidação, expansão e multinacionalização, a partir da combinação de aspectos naturais e sociais. Um setor complexo que atingiu preponderância regional e consagrado destaque mundial associado ao protagonismo de empresas, que começaram pequenas, cresceram, disputaram e ganharam mercados internacionais, demonstrando excelência. |
|---|