Avaliação da capacidade de mineralização e citotoxicidade do MTA, Sealapex e Sealapex plus

A necessidade de melhorar a qualidade dos materiais utilizados no tratamento endodôntico tem estimulado o estudo de vários materiais buscando melhores condições de trabalho, biocompatibilidade e capacidade de estimular a mineralização dos tecidos. Este trabalho teve a finalidade de avaliar a capacid...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Gomes, Alessandra Cristina [UNESP]
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/104222
Acesso em linha:http://hdl.handle.net/11449/104222
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Materiais biomédicos
Endodontia
Cimentos dentarios
Materiais biocompatíveis
Testes imunológicos de citotoxicidade
Biocompatible materials
Endodontics
Cytotoxicity Tests, Immunologic
Dental cements
Descrição
Resumo:A necessidade de melhorar a qualidade dos materiais utilizados no tratamento endodôntico tem estimulado o estudo de vários materiais buscando melhores condições de trabalho, biocompatibilidade e capacidade de estimular a mineralização dos tecidos. Este trabalho teve a finalidade de avaliar a capacidade de mineralização do MTA, Sealapex e Sealapex plus (combinação entre MTA e Sealapex) usando o implante de tubos de dentina preenchidos com os materiais em tecido subcutâneo de ratos e a citotoxicidade e a produção de citocinas (IL-1β e IL-6) por fibroblastos de camundongos estimulados por estes cimentos. Para avaliação da capacidade de mineralização foram utilizados 32 ratos, os quais receberam individualmente dois implantes de tubos de dentina contendo os cimentos ou tubos vazios que serviram de controle. Os períodos de avaliação foram 7 e 30 dias. Após cada período experimental, quatro animais foram sacrificados e os tubos de dentina juntamente com o tecido que o circunda foram removidos, fixados e processados para análise em microscopia óptica. As peças foram incluídas em uma mistura de parafina e cera de carnaúba (5%). As secções foram feitas seriadamente com 10mm de espessura e foram coradas de acordo com a técnica Von Kossa ou permaneceram sem coloração para serem visualizadas sob luz polarizada em microscópio óptico. Os critérios de avaliação foram: cápsula fibrosa fina quando < 150μm e espessa quando > 150μm. Necrose e calcificação foram registradas como presente ou ausente. Os resultados foram analisados estatisticamente pelo teste Qui-quadrado. A formação de tecido mineralizado e granulações birrefringentes à luz polarizada foram observadas em todos os materiais nos tempos de 7 e 30 dias. Para o teste de citotoxicidade foram utilizados fibroblastos de camundongos (L929) que foram incubados em placas...