A disposição a pagar pela compensação da emissão de carbono no Rio Grande do Sul : um estudo para a indústria com alto potencial poluidor
Este trabalho tem, entre os objetivos, o de verificar o interesse de participação em um mercado voluntário de carbono pelas maiores empresas do estado do Rio Grande do Sul; identificar a disposição a pagar máxima para a compensação da emissão de carbono, assim como o valor médio de mercado; identifi...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:tede2.pucrs.br:tede/3909 |
| Acceso en línea: | http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/3909 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | ECONOMIA CRÉDITO (ECONOMIA) DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL MERCADO - ANÁLISE CARBONO CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::ECONOMIA |
| Sumario: | Este trabalho tem, entre os objetivos, o de verificar o interesse de participação em um mercado voluntário de carbono pelas maiores empresas do estado do Rio Grande do Sul; identificar a disposição a pagar máxima para a compensação da emissão de carbono, assim como o valor médio de mercado; identificar as principais motivações para a aceitação da DAP e os principais motivos para a negação da DAP, e; verificar e analisar as principais variáveis que influenciam a DAP máxima. Para isto foi realizado uma pesquisa de campo junto a população das 300 maiores empresas do estado do Rio Grande do Sul, classificadas por valor ponderado de grandeza, pertencentes ao setor industrial e com alto potencial poluidor. O estudo utilizou o Método de valoração contingente para captar a disposição máxima a pagar. Para a análise econométrica foi utilizado o método de Mínimos Quadrados Ordinários e o modelo Logit. Foram entrevistadas 90 empresas de setores distintos, sendo que 69,1% das empresas obtiveram interesse em participar de um mercado de carbono. Os resultados apontaram que o valor médio da DAP ficou em R$18,24. Entre as principais motivações citase a preocupação ambiental, valorização da marca e responsabilidade social. Entre as principais razões para a negação da DAP estão a falta de conhecimento sobre o mercado e a falta de uma regulamentação específica que obrigue o cumprimento de metas de redução. Os principais fatores que influenciam a DAP são o faturamento anual da empresa e a presença de um setor responsável pela área de gestão ambiental. Conclui-se que há demanda para a compra de créditos de carbono na população estudada. Uma regulamentação mais rígida e um esforço maior por parte dos órgãos competentes poderiam impulsionar a constituição deste tipo de mercado, fomentando assim o desenvolvimento sustentável |
|---|