WHISTLIN’ PAST THE GRAVEYARD: QUIETISM AND PHILOSOPHICAL ENGAGEMENT

Resumo: nos últimos anos, John McDowell tem proposto uma concepção de filosofia em que o objetivo da disciplina não é oferecer teses substanciais, mas antes revelar modos de pensar e premissas ocultas que estão na base da filosofia co...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Garcia, Manuel de Pinedo
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Goiás (UFG)
Repositorio:Revista philósophos
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistas.ufg.br:article/2828
Acceso en línea:https://revistas.ufg.br/philosophos/article/view/2828
Access Level:acceso abierto
Descripción
Sumario:Resumo: nos últimos anos, John McDowell tem proposto uma concepção de filosofia em que o objetivo da disciplina não é oferecer teses substanciais, mas antes revelar modos de pensar e premissas ocultas que estão na base da filosofia construtiva. Esta visão terapêutica tem sido chamada ‘quietismo’ e deve muito a algumas idéias favoritas de Wittgenstein ao longo de toda a sua vida. No entanto, a obra de Wittgenstein (e, talvez, também a de McDowell) parece oscilar entre duas compreensões de quietismo: pode-se ser quietista por não macular aquilo que é mais importante com discussões explícitas ou pode-se ser quietista por não ter nada a dizer. Argumentaremos que o segundo tipo do quietismo não implica recusar em se ocupar com a filosofia do passado, nem tampouco adotar uma atitude contemplativa. A concentração sobre o particular, em ética tanto quanto em qualquer outra área da filosofia, é suficiente para minar as ambições universalistas da filosofia tradicional e descortinar um aumento na ação filosófica.