Intoxicação experimental de bovinos com toxina botulínica tipo D
Realizou-se uma intoxicação experimental em bovinos, pela administração oral, com diferentes doses de toxina botulínica tipo D. O objetivo foi determinar o tempo de permanência da toxina no sangue circulante de bovinos, pela detecção da toxina no soro mediante bioensaio em camundongos, e de verifica...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1999 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/28504 |
| Acceso en línea: | http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09351999000300005 http://hdl.handle.net/11449/28504 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Bovine Botulism toxin Experimental intoxication Bovino Botulismo toxina Intoxicação experimental |
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Intoxicação experimental de bovinos com toxina botulínica tipo DBovine experimental intoxication with botulinic toxin type DBovineBotulismtoxinExperimental intoxicationBovinoBotulismotoxinaIntoxicação experimentalRealizou-se uma intoxicação experimental em bovinos, pela administração oral, com diferentes doses de toxina botulínica tipo D. O objetivo foi determinar o tempo de permanência da toxina no sangue circulante de bovinos, pela detecção da toxina no soro mediante bioensaio em camundongos, e de verificar a presença da toxina no fígado, no baço, nos rins e no coração, e no conteúdo ruminal de bovinos que morreram e/ou foram sacrificados. Utilizaram-se 12 bovinos, mestiços, divididos em quatro grupos de três animais cada. Os grupos I, II e III receberam 200DL50/ml, 21.300DL50/ml e 63.200DL50/ml de toxina botulínica, respectivamente, e o grupo IV manteve-se como controle. A toxina foi detectada principalmente no soro dos bovinos pertencentes aos grupos II e III que receberam altas doses do inóculo tóxico, nos quais a toxina permaneceu por um período de um a sete dias após o aparecimento dos primeiros sinais clínicos da doença. A toxina não foi detectada no fígado, no baço, nos rins e no coração, mas o foi no conteúdo ruminal de um bovino do grupo II. A toxina botulínica foi mais facilmente detectada no soro do que nos órgãos dos bovinos, sendo encontrada principalmente quando o animal ingeriu muita toxina, durante a fase inicial da doença e por um período de sete dias.With the purpose of generating data to help the laboratory diagnosis of botulism, a bovine experimental intoxication, by oral administration with different doses of botulinic toxin type D was carried out. The objective was to determine the time that toxin can be detected in the circulating blood of bovines, by a mouse bioassay, and also to detect toxin in organs (liver, spleen, kidneys and heart) and in the ruminal contents of bovines that had died or were sacrificed after intoxication. Twelve crossbred bovines were divided into four groups of three animals each. Groups I, II and III received 200DL50/ml, 21,300DL50/ml and 63,200DL50/ml of botulinic toxin, respectively, and group IV was maintained as control. The toxin was detected mainly in the serum of bovines of groups II e III, that received high doses of the toxic inoculum, for a period of 1 to 7 days after signs of illness had appeared. The toxin was not detected in the liver, spleen, kidneys and heart but was found in the ruminal contents of only one bovine of the group II. It was concluded that the botulinic toxin is more easily detected in the serum than in organs of bovines, and it was found out mainly when the animal swallow high amount of toxin and during the initial stage of the illness (7 days).UNESP FCAV Deptartamento de MicrobiologiaUNESP FCAV Deptartamento de MicrobiologiaUniversidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Escola de VeterináriaUniversidade Estadual Paulista (Unesp)2014-05-20T15:12:48Z2014-05-20T15:12:48Z1999-06-01info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/article229-234http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09351999000300005Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia. Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária, v. 51, n. 3, p. 229-234, 1999.0102-0935http://hdl.handle.net/11449/2850410.1590/S0102-09351999000300005S0102-09351999000300005SciELOreponame:Repositório Institucional da UNESPinstname:Universidade Estadual Paulista (UNESP)instacron:UNESPporArquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia0.2860,248info:eu-repo/semantics/openAccessColbachini, L. [UNESP]Schocken-Iturrino, R.P. [UNESP]Marquez, L.C. [UNESP]2025-10-22T05:10:13Zoai:repositorio.unesp.br:11449/28504Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.unesp.br/oai/requestrepositoriounesp@unesp.bropendoar:29462025-10-22T05:10:13Repositório Institucional da UNESP - Universidade Estadual Paulista (UNESP)false |
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