Política e performance: uma análise de Fogo inextinguível, de Harun Farocki
O presente artigo tem como objetivo realizar uma análise do filme Fogo inextinguível (Alemanha, 1969), de Harun Farocki, a partir de algumas ideias em torno do conceito de performance, tais como as de Richard Schechner (2003) e Marvin Carlson (2010). O filme é dividido em três partes, mas para este...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Repositorio: | Revista Lumina |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufjf.br:article/21101 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufjf.br/index.php/lumina/article/view/21101 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | performance corpo cinema napalm Harun Farocki. |
| Sumario: | O presente artigo tem como objetivo realizar uma análise do filme Fogo inextinguível (Alemanha, 1969), de Harun Farocki, a partir de algumas ideias em torno do conceito de performance, tais como as de Richard Schechner (2003) e Marvin Carlson (2010). O filme é dividido em três partes, mas para este trabalho analisaremos mais detalhadamente a primeira delas, em que Farocki está diante da câmera. Ele lê um depoimento de uma vítima do napalm, questiona o modo de produção das bombas e reflete sobre como representar isso em imagens. Em seguida ele diz que só é possível dar um indício do sofrimento causado pelo napalm e para isso, apaga um cigarro no próprio braço. Portanto, a partir da ideia de performance como um “se mostrar fazendo”, como o “momento de uma exposição”, defendemos que a performance realizada por Farocki constitui um gesto político. |
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