Potências do falso
Neste texto em forma de diário, o artista Eric Baudelaire imagina uma exposição cuja premissa seria questionar através de trabalhos artísticos, as margens entre documento e ficção. Citando realizadores iconoclastas e iconofílicos, uma terceira via é elaborada a partir dos filmes de Peter Watkins bor...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | ARS (São Paulo. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/147968 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/ars/article/view/147968 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Contemporary art Gilles Deleuze Peter Watkins Arte contemporânea |
| Sumario: | Neste texto em forma de diário, o artista Eric Baudelaire imagina uma exposição cuja premissa seria questionar através de trabalhos artísticos, as margens entre documento e ficção. Citando realizadores iconoclastas e iconofílicos, uma terceira via é elaborada a partir dos filmes de Peter Watkins borrando tais fronteiras, a fim de repensar a História e suas representações. Também em sua escrita Baudelaire transita do coloquial à crítica de arte. Em viagens, o artista toma nota de acontecimentos casuais relembrando catástrofes como a Shoah e as bombas atômicas lançadas em Hiroshima e Nagazaki. O título, potências do falso, faz referência ao conceito de Gilles Deleuze, relevante ao se pensar a produção e circulação das imagens no contemporâneo. |
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