Efectos de la crioterapia asociada a la cinesioterapia y de la estimulación eléctrica en pacientes hemiparéticos espásticos

A espasticidade causada pelo acidente vascular encefálico (AVE) é uma das principais causas de incapacidade funcional no membro superior. O objetivo do estudo foi verificar o efeito da crioterapia associada à cinesioterapia e da estimulação elétrica na capacidade de preensão palmar do membro espásti...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Cruz, Ariela Torres, Januário, Priscila de Oliveira, Paula Júnior, Alderico Rodrigues de, Lima, Fernanda Pupio Silva, Lima, Mário Oliveira
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Fisioterapia e Pesquisa
Idioma:portugués
inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/161232
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/fpusp/article/view/161232
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Acidente Vascular Encefálico
Crioterapia
Espasticidade Muscular
Estimulação Elétrica
Accidente Cerebrovascular
Espasticidad Muscular
Estimulación Eléctrica
Stroke
Cryotherapy
Muscle Spasticity
Electrical Stimulation
Descripción
Sumario:A espasticidade causada pelo acidente vascular encefálico (AVE) é uma das principais causas de incapacidade funcional no membro superior. O objetivo do estudo foi verificar o efeito da crioterapia associada à cinesioterapia e da estimulação elétrica na capacidade de preensão palmar do membro espástico de pacientes com AVE na fase crônica. Participaram do estudo 40 pacientes com idade média de 60,5 (±9,45) anos e hemiparesia espástica, divididos aleatoriamente em grupo A (GA): submetidos à crioterapia nos músculos flexores de punho e cinesioterapia nos músculos flexores e extensores de punho; e grupo B (GB): submetidos à estimulação elétrica nos músculos extensores de punho. A capacidade de preensão palmar foi avaliada por meio de um dinamômetro de bulbo antes, depois de 16 atendimentos e um mês após o término do tratamento. Os resultados demonstraram que houve aumento da capacidade de preensão palmar no GA (p=0,0244) e GB (p=0,0144) após o tratamento, com manutenção um mês após seu término (p=0,6002 e 0,3066 respectivamente), sem diferença estatística entre estes. Os achados apontam que ambos os recursos terapêuticos foram eficazes para o aumento da capacidade de preensão palmar dos participantes do estudo.