REALIDADE VIRTUAL NÃO IMERSIVA COMO RECURSO TERAPÊUTICO PARA TREINO DE EQUILÍBRIO EM IDOSOS

O processo fisiológico de envelhecimento causa uma diminuição progressiva da capacidade funcional do indivíduo. Dentre as principais alterações desse processo, destacam-se aquelas relacionadas ao equilíbrio. Dessa forma, torna-se importante a discussão e o desenvolvimento de propostas e estratégias...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Rebêlo, Felipe Lima, Costa, Samuel Fradique, de Magalhães, Caroline Kelly Ferreira, de Melo, Ronald Gabriel Costa
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Católica de Brasília (UCB)
Repositorio:Revista Brasileira de Ciência e Movimento (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.portalrevistas.ucb.br:article/12425
Acceso en línea:https://portalrevistas.ucb.br/index.php/rbcm/article/view/12425
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Idoso
Equilíbrio
Realidade virtual.
Descripción
Sumario:O processo fisiológico de envelhecimento causa uma diminuição progressiva da capacidade funcional do indivíduo. Dentre as principais alterações desse processo, destacam-se aquelas relacionadas ao equilíbrio. Dessa forma, torna-se importante a discussão e o desenvolvimento de propostas e estratégias preventivas e terapêuticas direcionadas para essa população. O objetivo do estudo foi avaliar a influência de um treino de equilíbrio através de realidade virtual não imersiva sobre o equilibrio funcional e o medo de quedas em idosos. Trata-se de um estudo quantitativo do tipo experimental. Os idosos foram recrutados no Grupo de envelhecimento ativo da Santa Casa de Maceió (GEASC). Foram realizadas vinte sessões através da Wiireabilitação com jogos direcionados ao treino de equilíbrio. Antes de iniciar o programa de intervenção os idosos passaram uma avaliação através das escalas de Tinetti, Timed Up and Go (TUG) , Teste de Alcance Funcional (TAF), a Falls Efficacy Scale Internacional – Brasil (FES-I-Brasil) e Dizziness Handicap Inventory (DHI). A mesma avaliação foi repetida ao final das vinte sessões. A comparação entre os valores iniciais e finais dos testes foi avaliada pelo teste da soma de postos de Wilcoxon, adotando-se um valor de alfa de 5%. A amostra final foi de 10 indivíduos, com predomínio do gênero feminino, 10 (100%), com média de idade de 63,4 anos (dp=± 3,92). Em relação aos testes executados antes e após a intervenção, observaram-se resultados estatisticamente significantes (p=0,005) para todas as variáveis testadas. Conclui-se que a intervenção através da Wiireabilitação mostrou-se como ferramenta eficaz para o ganho de equilíbrio na população estudada.