Inibidores de síntese de giberelinas e crescimento de mudas de mangueira 'Tommy Atkins'

A mangicultura no semiárido brasileiro destaca-se pelos altos rendimentos, pela qualidade do fruto produzido e pela possibilidade de produção durante todo o ano, devido a condições climáticas e tecnologias para o manejo do crescimento vegetativo e da floração, com uso da irrigação, podas e retardant...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Mouco, Maria Aparecida do Carmo, Ono, Elizabeth Orika [UNESP], Rodrigues, João Domingos [UNESP]
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2010
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/29438
Acceso en línea:http://dx.doi.org/10.1590/S0103-84782010000200004
http://hdl.handle.net/11449/29438
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Mangifera indica L
paclobutrazol
prohexadione-Ca
cloreto de chlormequat
etil-trinexapac
Mangifera indica L.
chlormequat chloride
trinexapac-ethyl
Descripción
Sumario:A mangicultura no semiárido brasileiro destaca-se pelos altos rendimentos, pela qualidade do fruto produzido e pela possibilidade de produção durante todo o ano, devido a condições climáticas e tecnologias para o manejo do crescimento vegetativo e da floração, com uso da irrigação, podas e retardantes vegetais. O paclobutrazol aplicado ao solo é utilizado no manejo da produção da mangueira na maioria dos pomares. Entretanto, há a necessidade de identificar retardantes vegetais que possam ser aplicados via foliar, de forma a minimizar os resíduos no solo e evitar o uso de quantidades inadequadas ao longo dos anos. Assim, este trabalho teve como objetivo avaliar retardantes vegetais aplicados via foliar na inibição do crescimento vegetativo de mudas de mangueira 'Tommy Atkins'. Prohexadione-Ca, etil-trinexapac e cloreto de chlormequat, aplicados via foliar, na dose de 1g i.a. planta-1, regulam o crescimento de ramos vegetativos, mas apresentam tempo diferenciado de atividade nas mudas, sendo 20 dias para prohexadione-Ca, 30 dias para cloreto de chlormequat e 45 dias para etil-trinexapac, nas condições em que o experimento foi conduzido.