The sacred and the profane in the poetry of Mário de Andrade
O artigo aborda a relação entre sagrado e profano na poesia de Mário de Andrade em princípios da década de 1920. São analisados seis poemas: “Noturno”, “Jorobabel”, “XXXIII”, “XXXIII (bis) Platão”, “Carnaval carioca” e “Religião”. Para tanto, dialogamos com o conceito de “verso harmônico”, tal como...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) |
| Repositorio: | Revista do Instituto de Estudos Brasileiros |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/157050 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/rieb/article/view/157050 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Sacred profane poetry religion sagrado profano poesia religião |
| Sumario: | O artigo aborda a relação entre sagrado e profano na poesia de Mário de Andrade em princípios da década de 1920. São analisados seis poemas: “Noturno”, “Jorobabel”, “XXXIII”, “XXXIII (bis) Platão”, “Carnaval carioca” e “Religião”. Para tanto, dialogamos com o conceito de “verso harmônico”, tal como exposto no manifesto vanguardista “Prefácio interessantíssimo”, publicado no livro Pauliceia desvairada (1922). O objetivo é mostrar como o eixo sagrado-profano relaciona-se a dualidades mais gerais presentes nos versos do autor modernista, como vida e escrita, humano e divino, linguagem e realidade, entre outros. |
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