ATIVIDADE ANTIBIÓTICA DOS EXTRATOS DE Schinus terebinthifolia Raddi

A Schinus terebinthifolia Raddi, conhecida popularmente como aroeira vermelha, possui grande potencial inibitório de crescimento de microrganismo, o que torna esta planta medicinal uma alternativa para atividade antibiótica. Este estudo propõe avaliar esta atividade antibiótica das frações de extrat...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Carminate, Bruna, Rebello, Luciana Camizão, Grippa, Valdinara de Oliveira, Teizeira, Lo Ruama Freitas, Carminate, Caroline, da Silva, Marcelo Barreto
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade do Vale do Paraíba (Univap)
Repositorio:Revista UniVap (online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.biblioteca.univap.br:article/1076
Acceso en línea:https://revista.univap.br/index.php/revistaunivap/article/view/1076
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Schinus terebinthifolia
antibiótico
fitoterápico.
ATIVIDADE ANTIBIÓTICA DOS EXTRATOS DE Schinus terebinthifolia Raddi
Descripción
Sumario:A Schinus terebinthifolia Raddi, conhecida popularmente como aroeira vermelha, possui grande potencial inibitório de crescimento de microrganismo, o que torna esta planta medicinal uma alternativa para atividade antibiótica. Este estudo propõe avaliar esta atividade antibiótica das frações de extratos obtidas a partir de folhas e de casca de caule de aroeira, contra Staphylococcus aureus, identificar os compostos do metabolismo secundário presentes nas folhas e nas cascas de caule e quantificar os flavonóides. As frações foram utilizadas nos testes de determinação da concentração inibitória mínima, para bactéria. Os resultados obtidos demonstraram que o microrganismo testado apresentou sensibilidade aos compostos encontrados nos extratos de S. terebinthifolia, independente do tipo de extração, e que nas folhas são encontrados flavonoides, que possivelmente juntamente com os taninos exercem a atividade inibitória da bactéria. Portanto, extratos de casca de caule e de folhas de aroeira podem ser uma possibilidade para controlar o crescimento de tal patógeno.