Growth analysis of sweet pepper cultivated in coconut fiber in a greenhouse
O conhecimento sobre o crescimento das culturas permite o planejamento de métodos de cultivo racional, que contribuirá para alcançar um maior potencial de espécies vegetais, além de fornecer informações para a construção de modelos matemáticos descritivos de crescimento. Diante disto, o objetivo des...
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2011 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repository: | Repositório Institucional da UNESP |
| Language: | English |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/1467 |
| Online Access: | http://dx.doi.org/10.1590/S0102-05362011000300010 http://hdl.handle.net/11449/1467 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Capsicum annuum growth analysis fertirrigation Análise de crescimento Fertirrigação |
| Summary: | O conhecimento sobre o crescimento das culturas permite o planejamento de métodos de cultivo racional, que contribuirá para alcançar um maior potencial de espécies vegetais, além de fornecer informações para a construção de modelos matemáticos descritivos de crescimento. Diante disto, o objetivo deste estudo foi determinar a curva de crescimento do pimentão amarelo (híbrido Eppo) cultivado em fibra de coco em ambiente protegido com fertirrigação. O experimento compreendeu inicialmente 160 plantas, divididas em quatro blocos, sendo colhidas duas por bloco a cada 21 dias após o transplante, finalizando-se aos 189 dias após o transplante. O cultivo de pimentão foi feito em vasos plásticos de 13 L contendo fibra de coco, distribuídos em fila dupla, com espaçamento de 0,5 x 0,8 m entre fileiras simples e 1,1 m entre fileiras duplas. em cada colheita foram avaliados o crescimento das plantas e a produção e qualidade de frutos maduros. A massa seca da parte aérea aumentou com o tempo, seguindo um modelo exponencial de primeira ordem, atingindo um máximo de 451,5 g/planta aos 189 dias após o transplante (DAT). A produção de massa seca de folhas, caule, raiz e frutos também aumentou ao longo do tempo, seguindo o mesmo modelo, atingindo valores máximos de 68.7, 65.8, 11.5 e 302.9 g/planta, respectivamente, aos 189 DAT. O mesmo ocorreu com a área foliar por planta, altura da planta e a taxa de crescimento absoluto, cujos valores máximos foram de 6.183,5 cm², 136.9 cm e 4.4 g/planta/dia, respectivamente. O crescimento das plantas foi contínuo ao longo do ciclo, sendo que a maior quantidade de massa seca foi acumulada nos frutos, cuja produção comercial chegou a 97.3 t ha-1, sendo totalmente classificados como Extra. |
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