Vanguardas e esgotamento : as tensões do moderno em dois artistas

Este artigo propõe realizar uma leitura de dois artistas considerados modernos: o uruguaio Joaquín Torres-García e o português Amadeo de Souza-Cardoso. O ponto de partida desta reflexão é o verbete “Informe” de Georges Bataille, publicado no ano de 1929 no Dicionário crítico da revista Documents (19...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Borba, Maria Salete, Bittencourt, Rita Lenira de Freitas
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/104998
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/104998
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Torres-García, Joaquín, 1874-1949
Souza-Cardoso, Amadeo de
Modernismo
Modernism
Exhaustion
Avant-gardes
Descripción
Sumario:Este artigo propõe realizar uma leitura de dois artistas considerados modernos: o uruguaio Joaquín Torres-García e o português Amadeo de Souza-Cardoso. O ponto de partida desta reflexão é o verbete “Informe” de Georges Bataille, publicado no ano de 1929 no Dicionário crítico da revista Documents (1929-1931). Trazemos para a discussão a leitura realizada por Rosalind Krauss e Yve-Alain Bois, por ocasião da exposição L’informe. Mode d’emploi, em que o verbete batailleano é transformado em operação de caráter performativo. Partindo desses teóricos, pretende-se investigar os possíveis desdobramentos de alguns conceitos caros à modernidade, que circulam em torno do esgotamento das vanguardas e se elaboram em processo simultâneo aos próprios movimentos. Além dos trabalhos de Krauss e Bois, alguns textos críticos a respeito de outras obras de Bataille e também sobre a teoria da modernidade servem de referência, ao longo desse ensaio, para contrapor e apresentar as singularidades de duas produções artísticas.