A forma bela e a função da imaginação estética
A partir do exame da Dedução dos juízos estéticos puros, seguida de sua articulação com interpretações sobre a função especificamente estética da imaginação, apresentamos a hipótese segundo a qual a forma bela pode ser entendida como um produto da imaginação, considerada segundo o modelo imaginativo...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Cadernos de Filosofia Alemã (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/149062 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/filosofiaalema/article/view/149062 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | form beauty taste imagination schematism without concepts forma beleza gosto imaginação esquematismo sem conceito |
| Sumario: | A partir do exame da Dedução dos juízos estéticos puros, seguida de sua articulação com interpretações sobre a função especificamente estética da imaginação, apresentamos a hipótese segundo a qual a forma bela pode ser entendida como um produto da imaginação, considerada segundo o modelo imaginativo “exemplificador de regras” proposto por Hanna Ginsborg. Com isso, ponderaremos as possibilidades e implicações de admitirmos a capacidade da imaginação para produzir representações de caráter normativo. Apropriando-nos de seu modelo, pretendemos dar um passo a mais que a autora, mostrando como seu modelo é oportuno para a elucidar a noção de forma bela. |
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