Cartografias da formação docente: dobras do acontecimento
O presente trabalho tem como objetivo analisar linhas de encontros e de desencontros entre o pensamento filosófico criado por Gilles Deleuze e Félix Guattari no contexto da filosofia da diferença e os discursos que predominam no campo da formação docente contemporânea. A filosofia da diferença discu...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado da Bahia (UNEB) |
| Repositorio: | Saber Aberto – Repositório Institucional da UNEB |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:saberaberto.uneb.br:20.500.11896/3284 |
| Acceso en línea: | https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/3284 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Acontecimento Cartografia Filosofia Formação Docente Rizoma |
| Sumario: | O presente trabalho tem como objetivo analisar linhas de encontros e de desencontros entre o pensamento filosófico criado por Gilles Deleuze e Félix Guattari no contexto da filosofia da diferença e os discursos que predominam no campo da formação docente contemporânea. A filosofia da diferença discutida pelos autores franceses tem como prerrogativa nuclear a concepção de multiplicidades, que, por sua vez, dissolve as fronteiras existentes entre filosofia e outras potências do pensamento – ciências e artes –. Por conseguinte, este trabalho pontua elementos da heterogeneidade sobre o processo de formatividade, diante da emergência do pensamento representacional que tem na identidade seu elo central na territorialidade do estabelecido. A investigação situa-se na perspectiva de ampliar o olhar sobre a formatividade docente, a partir do horizonte dobradiço da diferença em seus aspectos moventes, solo fértil para a germinação de devires criativos. Retirando da identidade a força de galvanizar princípios que levam à homogeneidade, ao contrário, identificamos, principalmente no pensar deleuziano, a possibilidade de deslocar o exercício do pensamento para o lado da ambiência rizomática, onde o experienciar a realidade, nas suas múltiplas possibilidades, favorece a modos de subjetividades que trazem potencialidades e virtualidades inventivas na processualidade formativa. Utilizamos para tal intento, procedimentos cartográficos como modos de conceber a variabilidade de encontros que escorrem em distintas direções, favorecendo potencialidades acontecimentais diante de itinerâncias no plano educacional de imanência. Forjamos, com isso, a possibilidade de discutir eixos intensivos espraiados no percurso formativo que desencadeia gatilhos criativos. A pesquisa insere-se, portanto, no campo da filosofia da formatividade docente, numa abordagem qualitativa, de exploração conceitual, privilegiando um tensionamento epistemológico. |
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