Religião e feitiçaria na capitania de Pernambuco no Séc. XVIII I (1700- 1799)
Durante décadas, a historiografia tem se dedicado a entender o africano e seus descendentes na América Portuguesa. A partir do sistema escravista, foi possível conhecer de forma mais aprofundada a presença do negro na sociedade brasileira. Porém, um dos aspectos mais marcantes desses povos que viera...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/63183 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/63183 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Crioulização Feitiçaria Pernambuco Escravidão |
| Sumario: | Durante décadas, a historiografia tem se dedicado a entender o africano e seus descendentes na América Portuguesa. A partir do sistema escravista, foi possível conhecer de forma mais aprofundada a presença do negro na sociedade brasileira. Porém, um dos aspectos mais marcantes desses povos que vieram para o lado de cá do Atlântico foi a sua religiosidade. Sendo assim, este trabalho é voltado para as práticas afrorreligiosas trazidas da África e aqui desenvolvidas. O marco temporal deste trabalho engloba todo o século XVIII, e o seu recorte espacial são algumas cidades e freguesias que formam a capitania de Pernambuco durante o período de análise. Para tanto, recorremos aos processos e denúncias produzidos pelo antigo Santo Ofício da Inquisição de Lisboa, que registram a perseguição contra a cosmovisão dos escravizados, livres e libertos. Com isso, buscamos analisar o complexo cenário afrorreligioso criado e recriado durante o setecentos. O objetivo central deste trabalho é discutir, através dos rituais de transe e possessão, adivinhações, bolsas de mandinga, confecção de objetos mágicos, altares e o uso da flora local, como se deu a formação da religiosidade afro em Pernambuco. |
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