Desafios enfrentados por usuários da saúde mental: reflexões sobre narrativas acerca do trabalho dentro e fora de oficinas de geração de trabalho e renda

Este artigo é extraído de pesquisa de mestrado cujo objetivo foi conhecer a experiência de trabalho de usuários da saúde mental em oficinas de geração de trabalho e renda na cidade de Campinas, São Paulo. Tratou-se de pesquisa qualitativa, dentro da perspectiva da pesquisa social, foram realizados g...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Luiz, Carolina Con Andrades, Leal, Erotildes Maria, Galletti, Maria Cecília
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo
Idioma:portugués
inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/140212
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/rto/article/view/140212
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Mental health
Employment/psychology
Work/psychology
Social facilitation
Sheltered workshops/manpower
Narration
Saúde mental
Emprego/psicologia
Facilitação social
Oficinas de trabalho protegido/recursos humanos
Narração
Descripción
Sumario:Este artigo é extraído de pesquisa de mestrado cujo objetivo foi conhecer a experiência de trabalho de usuários da saúde mental em oficinas de geração de trabalho e renda na cidade de Campinas, São Paulo. Tratou-se de pesquisa qualitativa, dentro da perspectiva da pesquisa social, foram realizados grupos focais com participantes das oficinas do NOT (Núcleo de Oficinas e Trabalho), todos os seis participantes tiveram experiências de trabalho anteriores a entrada nas oficinas e trazem algumas experiências de violência, humilhação e submissão em situações de trabalho dentro do modelo capitalista. Neste artigo traremos as narrativas de oficineiros, que nos possibilitam conhecer o cotidiano de trabalho nas oficinas de geração de trabalho e renda na perspectiva dos usuários participantes. O trabalho, nos moldes capitalistas, não contribui para a inclusão de pessoas em processo de vulnerabilidade social. O entendimento do trabalho dos usuários da saúde mental como direito de cidadania e o encontro dos princípios da reforma psiquiátrica e da economia solidária, são fundamentais para a construção de espaços de trabalho dignos e de superação do preconceito e estigma.