O COGITO SOB DUAS PERSPECTIVAS: UMA ANÁLISE SOBRE A INTERPRETAÇÃO REPRESENTATIVA DO PONTO DE PARTIDA DO PENSAMENTO CARTESIANO

Descartes é reconhecido como o fundador da filosofia do sujeito e das representações. É através do cogito que o sujeito expressa a constatação de sua existência, e é através das representações que as outras coisas são pensadas por este sujeito. Este artigo pretende desenvolver uma análise s...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Borges, Marcos Alexandre
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP)
Repositorio:Kínesis (Marília) - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www2.marilia.unesp.br:article/4432
Acceso en línea:https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/4432
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Descartes
Cogito
Representação
Pensamento
Descripción
Sumario:Descartes é reconhecido como o fundador da filosofia do sujeito e das representações. É através do cogito que o sujeito expressa a constatação de sua existência, e é através das representações que as outras coisas são pensadas por este sujeito. Este artigo pretende desenvolver uma análise sobre a constituição do cogito, com a finalidade de refletir se o cogito pode ser pensado como representação. Para tanto, abordaremos duas linhas interpretativas: uma tendo em Heidegger seu expoente e a outra em Ferdinand Alquié. Referências ao cogito como representação podem ser encontradas com certa naturalidade na literatura crítica de Descartes. Pretendemos analisar se esta “naturalidade” consiste em uma interpretação adequada do cogito cartesiano.