A experiência vivida de surfar: um estudo fenomenológico
O surfe é uma atividade amplamente praticada, que se constitui em deslizar na parede de uma onda sobre uma prancha. Entretanto, nota-se que a vivência com essa prática vai além de suas técnicas. O objetivo deste estudo foi compreender como é a experiência vivida de surfar por meio das percepções dos...
| Autores: | , , |
|---|---|
| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) |
| Repositorio: | Psicologia Revista (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/37824 |
| Acceso en línea: | https://revistas.pucsp.br/index.php/psicorevista/article/view/37824 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | surf surfe surfista psicologia do esporte fenomenologia |
| Sumario: | O surfe é uma atividade amplamente praticada, que se constitui em deslizar na parede de uma onda sobre uma prancha. Entretanto, nota-se que a vivência com essa prática vai além de suas técnicas. O objetivo deste estudo foi compreender como é a experiência vivida de surfar por meio das percepções dos próprios praticantes. A metodologia de inspiração fenomenológica foi utilizada como meio de acesso a essas vivências, com o auxílio de entrevistas abertas, norteadas por pergunta disparadora. Foram entrevistados 8 participantes, todos amadores, que relataram experiências vividas apresentadas em 3 movimentos: antes de entrar no mar, vivenciando o mar com uma prancha e saída do mar. Nestes, evidenciou-se a necessidade de preparação para a prática, percepções mistas de medo, coragem, prazer e contemplação durante a experiência e a demonstração do quanto essa vivência extrapola os limites da praia para suas vidas pessoais. A partir dos resultados do presente estudo, entende-se que essa prática se apresenta de modo peculiar, e exige do profissional que se proponha a trabalhar com o surfe uma reflexão sobre os aspectos que o envolvem. Defende-se aqui uma psicologia do esporte que seja sensível às experiências vividas de seus praticantes para, posteriormente, ocupar-se de regras e técnicas. |
|---|