A instabilidade do sistema monetário internacional e estratégias recentes dos países emergentes
A crise global deflagrada em 2007/2008 impulsionou iniciativas de mudanças no sistema monetário internacional (SMI). É defendido neste artigo que é possível encontrar padrões nas estratégias dos países emergentes (PEs) desde a década de 1990 e mais acentuadamente após a crise de 2008, os quais indic...
| Authors: | , |
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2020 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repository: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/235230 |
| Online Access: | http://hdl.handle.net/10183/235230 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Sistema Monetário Internacional Política monetária Cooperação internacional International Monetary System Emerging countries Management of capital flows Monetary cooperation Global financial safety network |
| Summary: | A crise global deflagrada em 2007/2008 impulsionou iniciativas de mudanças no sistema monetário internacional (SMI). É defendido neste artigo que é possível encontrar padrões nas estratégias dos países emergentes (PEs) desde a década de 1990 e mais acentuadamente após a crise de 2008, os quais indicariam o desejo destes por um SMI mais estável, especialmente no que se refere aos fluxos financeiros internacionais. Para isso, além de medidas individuais, os maiores PEs fortaleceram as iniciativas de cooperação e pressionaram por alterações nas instituições econômicas internacionais (IEI). São analisados dois conjuntos de medidas. O primeiro refere-se à chamada rede global de proteção financeira (global financial safety net - GFSN). O segundo está relacionado às medidas de gestão sobre os fluxos de capitais. Enquanto o primeiro conjunto atua no sentido de mitigar os impactos negativos das instabilidades dos fluxos de capitais, o segundo tem por objetivo reduzir as instabilidades em si. Concluímos que, embora o fortalecimento da GFSN tenha sido importante para amortecer os choques negativos, ela se mostrou insuficiente frente às vicissitudes inerentes aos ciclos de liquidez internacional e por isso a adoção de medidas de gestão de fluxos de capitais ainda se faz necessária. |
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