Relações ideológicas e imaginário social sobre o comunismo: o caso paraibano (1945-1947).

A partir da década de 1920 assistimos o início de uma crítica à história "tradicional", crítica essa que foi implacável especialmente em relação à história política, que se detinha, cm maior número, ao estudo dos Estados através de suas guerras e relações diplomáticas. Traía-se da emergênc...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: CAVALCANTE NETO, Faustino Teatino.
Tipo de recurso: capítulo de libro
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/36274
Acceso en línea:https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/36274
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:História da Paraíba
Paraíba - 1945-1947
Comunismo e imaginário - Paraíba 1945-1947
História política - Paraíba
Redemocratização na Paraíba - 1945-1947
Eleições de 1945 - Paraíba
PCB - Paraíba
Partido Comunista BRasileiro
Anticomunismo - Paraíba
History of Paraíba
Communism and imaginary - Paraíba 1945-1947
Political history - Paraíba
Redemocratization in Paraíba - 1945-1947
1945 elections - Paraíba
Brazilian Communist Party
Anticommunism - Paraíba
História.
Descripción
Sumario:A partir da década de 1920 assistimos o início de uma crítica à história "tradicional", crítica essa que foi implacável especialmente em relação à história política, que se detinha, cm maior número, ao estudo dos Estados através de suas guerras e relações diplomáticas. Traía-se da emergência da ''História Nova”, uma história que ao rechaçar a história metódica, dita positivista, se afirmou como uma escrita preocupada em estudar todo o "meio humano” (o econômico, o político, o cultural, etc.), vale dizer, uma escrita preocupada em estudar as totalidades históricas olhando igualmente para a economia, as mentalidades ou os costumes. Foi neste berço que emergiram as primeiras pretensões do que se convencionou chamar de Nova História Política, cuja grande marca é a identificação de um campo específico do político, com estruturas e uma cultura que lhe são próprias. Perspectiva essa que se afirmou a partir da década de 1970, na sua Terceira Geração, quando então passou a preocupa-se com a história das formações políticas e das ideologias, onde o estudo da cultura política ocupa um lugar importante para a reflexão c explicação dos fenômenos políticos, permitindo detectar as continuidades no tempo de longa duração. Pensa-se agora, dentre outras variantes, em termos dos partidos políticos, das disputas eleitorais, das ideologias políticas, significar-se a ação dos homens no campo político, reconhecendo-se assim a pluralidade e a longa duração dos fenômenos que envolvem esse campo.