Cooperação científica e tecnológica para o desenvolvimento e a produção de tecnologias farmacêuticas : um caminho para a autonomia em saúde na América do Sul
A fim de alcançar maior autonomia em saúde para os países da América do Sul e reduzir sua dependência e vulnerabilidade externas, é necessário fortalecer a cooperação regional para impulsionar a capacidade de desenvolvimento e produção de tecnologias farmacêuticas. Isso contribuirá para aumentar a o...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da IPEA (RCIpea) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/13254 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/13254 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Cooperação Internacional Inovações Tecnológicas Vacinas Cooperação internacional Integração regional Inovação tecnológica Saúde |
| Sumario: | A fim de alcançar maior autonomia em saúde para os países da América do Sul e reduzir sua dependência e vulnerabilidade externas, é necessário fortalecer a cooperação regional para impulsionar a capacidade de desenvolvimento e produção de tecnologias farmacêuticas. Isso contribuirá para aumentar a oferta e o acesso a medicamentos, vacinas e outras tecnologias relevantes, além de reduzir as desigualdades em saúde por meio da cooperação extrarregional. Para atingir esse objetivo, são propostos dois eixos de reflexão e ação. Primeiro, é necessário promover a cooperação técnica e formular políticas de desenvolvimento científico-tecnológico em nível regional para fortalecer a capacidade tecnológica no campo farmacêutico. Além disso, é importante estabelecer mecanismos de governança para a compra compartilhada de produtos farmacêuticos, visando à redução de preços e ao aumento do poder de barganha nos processos de transferência de tecnologia. Segundo, é essencial construir uma agenda política comum em relação às organizações internacionais, especialmente a Organização Mundial da Saúde (OMS), para redirecionar a agenda internacional no sentido de capacitar tecnicamente os países do Sul global. O desenvolvimento e a produção de medicamentos e vacinas em maior escala permitirão uma participação mais assertiva desses países junto a outros parceiros do Sul global, especialmente os países do bloco econômico formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (BRICS), estimulando a diversificação e a distribuição geográfica na produção de tecnologias farmacêuticas e garantindo maior poder nas negociações internacionais. |
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