Morfometria, umidade do solo e risco de erosão laminar da microbacia do córrego pimenta da fazenda São Manuel

O presente trabalho foi conduzido na Fazenda Experimental da Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP, localizada no Município de São Manuel, e teve como objetivos a) Caracterização morfometria b) Avaliação da umidade nos quatro ambientes (floresta, pastagem, plantio de Pinus e cultura de pinhão m...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Yaguache Ordóñez, Luis Alfredo [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/115946
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/115946
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Morfometria
Erosão
Solos - Umidade
Microbacias Hidrográficas
Morphometry
Descripción
Sumario:O presente trabalho foi conduzido na Fazenda Experimental da Faculdade de Ciências Agronômicas da UNESP, localizada no Município de São Manuel, e teve como objetivos a) Caracterização morfometria b) Avaliação da umidade nos quatro ambientes (floresta, pastagem, plantio de Pinus e cultura de pinhão manso e c) Estimativa do potencial da erosão da microbacia do córrego Pimenta com auxílio da Revised Universal Soil Loss Equation—RUSLE. A pesquisa foi conduzida no período compreendido entre janeiro a dezembro de 2012. A amostragem para os fatores da RUSLE foram amostras deformadas coletadas em camadas de 0-20 e 30-50 cm nas quatro coberturas do solo e, para os cálculos de umidade precisou-se de quatro trincheiras de 1 m de profundidade dentro de cada tipo de cobertura onde foram coletadas mensalmente 80 amostras indeformadas. O estudo revelou que a microbacia pelas propriedades morfométricas apresenta uma tendências mediana-alta a enchentes, os menores conteúdos de umidade e água no solo estão nas camadas superficiais 0 a 30 cm, e nas camadas profundas de 80 a 100 cm apresentam maior estabilidade, o potencial de erosão da microbacia do córrego Pimenta vai de 1,1 – 10,8 t.ha/ano.