Mixomicetos associados à serapilheira da nogueira-pecan, Carya illinoinensis (Wangenh.) K. Koch (Juglandaceae)
A nogueira-pecan (Carya illinoinensis, Juglandaceae) foi introduzida no Brasil no início do século XX por imigrantes americanos e seu cultivo atualmente se estende desde o Rio Grande do Sul até Minas Gerais, com aproximadamente 2,4 mil hectares plantados. Apresenta-se o primeiro relato de mixomiceto...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Jardim Botânico de Brasília (JBB) |
| Repositorio: | Heringeriana (Online) |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.revistas.jardimbotanicodf.org:article/918017 |
| Acceso en línea: | https://revistas.jardimbotanicodf.org/index.php/heringeriana/article/view/918017 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Amebozoa Microhabitat Phytopathology Protist Fitopatologia Protista |
| Sumario: | A nogueira-pecan (Carya illinoinensis, Juglandaceae) foi introduzida no Brasil no início do século XX por imigrantes americanos e seu cultivo atualmente se estende desde o Rio Grande do Sul até Minas Gerais, com aproximadamente 2,4 mil hectares plantados. Apresenta-se o primeiro relato de mixomicetos associados à serapilheira de C. illinoinensis, diretamente observados no campo, esporulados sobre folhas secas (Physarum cinereum, P. melleum, P. polycephalum), gravetos e folhas secas (Diachea leucopodia) e galhos (Fuligo cinerea, F. septica, Hemitrichia serpula var. serpula). As espécies mais constantes foram P. melleum e D. leucopodia. Fuligo cinerea é registrado pela primeira vez para o Rio Grande do Sul; D. leucopodia e P. cinereum são citados pela primeira vez para a porção brasileira do Pampa, elevando para 61 o número de espécies conhecidas para o bioma. |
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