Effect of body size, temperature and starvation on oxygen consumption of antarctic krill Euphausia superba
O consumo de oxigênio de rotina de krll foi avaliado como uma forma de mensurar seu metabolismo e determinar os efeitos do tamanho, da temperatura e do jejum sobre o mesmo. Não foram detectadas diferenças significativas no consumo total do animal após 1, 3, 5 e 7 dias de jejum. As respostas do metab...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1997 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Revista Brasileira de Oceanografia (Online) |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/6818 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/rbo/article/view/6818 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Consumo de oxigênio Krill Metabolismo Antártica Euphausia superba Temperatura Jejum Oxygen consumption Metabolism Antarctica Temperature Starvation |
| Sumario: | O consumo de oxigênio de rotina de krll foi avaliado como uma forma de mensurar seu metabolismo e determinar os efeitos do tamanho, da temperatura e do jejum sobre o mesmo. Não foram detectadas diferenças significativas no consumo total do animal após 1, 3, 5 e 7 dias de jejum. As respostas do metabolismo de krill em função da variação da temperatura demonstraram a existência de uma faixa de independência, de O°Ca 1°C, na qual a temperatura não exerce nenhum efeito sobre o metabolismo. De 1°C a 4°C o metabolismo aumenta rapidamente em função da temperatura. Houve um aumento significativo no consumo de oxigênio em função do peso. A equação que relaciona o consumo com o peso úmido é dada pela fórmula Log Qoz = 2,061 + 0,987x LogW, com r=0,86. A declividade da regressão foi menor que a unidade (b= 0.987), indicando que o consumo de oxigênio por unidade de peso é maior em animais menores. A média da taxa metabólica de 164 krill a O°Cé 733,24 J- µlO2g (peso seco)-1 h-1. A taxa metabólica é de 1129,67 J- µlO2g (peso seco)-1 h-1 para animais pequenos (13 a 19 mg de peso seco) e 636,16 J- µlO2g (peso seco)-1 h-1 para animais maiores (160 a 169 mg de peso seco). Demonstrou-se que o metabolismo do krill está relacionado ao período de adaptação e ao tipo de respirômetro. Períodos prolongados de adaptação ocasionaram efeitos adversos sobre o metabolismo. A média do consumo de oxigênio foi cerca de 3 vezes mais elevada em respirômetros com agitador do que em câmaras seladas simples. |
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