Evidence of resistance to strobilurin fungicides in contemporary populations of Mycosphaerella fijiensis and M. musicola from banana plantations in Southeastern Brazil

Sigatoka amarela e negra, causadas por Mycosphaerella fijiensis e M. musicola, respectivamente, são as doenças foliares da bananeira mais importantes em todo o mundo. O controle de doenças depende fortemente de pulverizações intensivas de fungicidas, que aumentam a pressão de seleção para resistênci...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Oliveira, Tamiris Yoshie Kiyama de [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/239015
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/239015
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Controle químico
Citocromo b
Resistência a fungicidas
Inibidores da quinona externa
Sigatoka amarela
Sigatoka negra
Chemical control
Fungicide resistance
Quinone-outside inhibitors (QoI)
Black sigatoka
Yellow sigatoka
Descripción
Sumario:Sigatoka amarela e negra, causadas por Mycosphaerella fijiensis e M. musicola, respectivamente, são as doenças foliares da bananeira mais importantes em todo o mundo. O controle de doenças depende fortemente de pulverizações intensivas de fungicidas, que aumentam a pressão de seleção para resistência a fungicidas em populações de patógenos. O objetivo principal deste estudo foi avaliar o nível e a disseminação da resistência a fungicidas inibidores da quinona externa (QoI—estrobilurina) em populações de ambos os patógenos amostradas de bananais sob diferentes regimes de pulverização de fungicidas no sudeste do Brasil. Em segundo lugar, pretendemos investigar, ao confirmar-se a resistência a QoI, se isso estava associado à alteração G143A no sítio-alvo causada por uma mutação no gene citocromo b codificado mitocondrialmente. A resistência a QoI foi detectada em bananeiras tratadas com fungicida, enquanto nenhuma resistência foi detectada em cultivo orgânico de bananeira. Um total de 18,5% dos isolados amostrados das populações dos patógenos foram resistentes a QoI. A espécie recém-descrito M. thailandica também foi encontrada em nosso estudo. Foi, de fato, a segunda espécie de Mycosphaerella mais abundante associada a sintomas de mancha foliar do tipo Sigatoka da bananeira no Vale do Ribeira, e o maior nível de resistência a QoI foi encontrado para esse patógeno. A alteração G143A no citocromo b foi associada à resistência aos fungicidas QoI azoxistrobina e trifloxistrobina nas linhagens de M. fijiensis, M. musicola e M. thailandica. A fim de reduzir o desenvolvimento de resistência e manter a eficácia dos fungicidas QoI, devem ser implementadas estratégias de manejo anti-resistência baseadas em práticas de manejo integrado para controlar o complexo de Sigatokas da bananeira.