Diversidade social e políticas culturais: práticas discursivas e coletivas no audiovisual brasileiro contemporâneo
A presente tese investiga os novos arranjos de produção em coletivos no audiovisual brasileiro recente, na década de 2010, por meio de suas práticas discursivas e de um circuito acionado por meio de políticas culturais. A hipótese da pesquisa indaga se, ao tematizar as identidades a partir dos terri...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-04102023-093858 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27161/tde-04102023-093858/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | audiovisual collectives Brazilian cinema cinema brasileiro coletivos audiovisuais cultural policies discursive practices diversidade diversity políticas culturais práticas discursivas |
| Sumario: | A presente tese investiga os novos arranjos de produção em coletivos no audiovisual brasileiro recente, na década de 2010, por meio de suas práticas discursivas e de um circuito acionado por meio de políticas culturais. A hipótese da pesquisa indaga se, ao tematizar as identidades a partir dos territórios, raça, classe e gênero, a ideia de diversidade social presente nesse circuito e advinda dessas obras baliza, na cultura, formas renovadas de organização da produção e distribuição. Parte-se do aumento significativo das produções audiovisuais a partir de investimentos, sobretudo públicos, que traduzem o emblema da diversidade ordenador do Plano Nacional de Cultura (2010-2022). Demonstra-se, assim, como esse processo ocorre em três escalas, a partir dos modos de organização dos grupos, das narrativas articuladas nos filmes e da relação buscada junto aos públicos: 1) em produtoras já estabelecidas no campo do cinema brasileiro; 2) em produtoras de cinema criadas na última década, e 3) em coletivos de produção periféricos, que coexistem a essas e também ocupam espaços de criação e circulação audiovisual. Na conclusão do trabalho, afirma-se em como o reconhecimento se coloca como categoria social em narrativas audiovisuais a partir dos pontos de relação entre o sentido de coletivo nas produções, as hibridações estéticas e as políticas que possibilitaram essas organizações e práticas no audiovisual brasileiro. |
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