[pt] JOÃO DO RIO A CAMINHO DA ATLÂNTIDA: POR UMA APROXIMAÇÃO LUSO-BRASILEIRA
[pt] A revista luso-brasileira Atlântida, criada pelo jornalista e cronista carioca Paulo Barreto (João do Rio) e por seu sócio e amigo português João de Barros, em 1915, teve o objetivo de agir como uma ponte intelectual que religasse os dois continentes, aproximando Brasil e Portugal. Naquele mome...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2010 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:MAXWELL.puc-rio.br:15982 |
| Acceso en línea: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=15982&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=15982&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.15982 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | [pt] NACIONALISMO [pt] ANTILUSITANISMO [pt] JOAO DE BARROS [pt] PAULO BARRETO [pt] IMPRENSA BRASILEIRA [pt] JOAO DO RIO [pt] PORTUGAL [en] NATIONALISM [en] JOAO DE BARROS [en] BRAZILIAN PRESS [en] JOAO DO RIO [en] PORTUGAL |
| Sumario: | [pt] A revista luso-brasileira Atlântida, criada pelo jornalista e cronista carioca Paulo Barreto (João do Rio) e por seu sócio e amigo português João de Barros, em 1915, teve o objetivo de agir como uma ponte intelectual que religasse os dois continentes, aproximando Brasil e Portugal. Naquele momento, principalmente na segunda década do século XX, dava-se uma nova fase de antilusitanismo no Rio de Janeiro, a exemplo do que já ocorrera no governo de Floriano Peixoto, após a Proclamação da República. Os novos jacobinos pregavam a nacionalização por completo dos mais diversos segmentos, da imprensa ao comércio, do Teatro à Marinha, e viam nas tentativas de aproximação, principalmente econômica, rasgos imperialistas de Portugal. O auge dos embates contra a presença portuguesa na vida nacional ocorreu no governo do presidente Epitácio Pessoa, momento crucial de intervenção de João do Rio, que na coluna Bilhete do jornal A Pátria, do qual era diretor e sócio majoritário, pregou a luso-brasilidade e combateu tenazmente aqueles que incitavam o ódio ao português e defendiam um nacionalismo xenófobo. Nos anos 40 e 50, décadas após a morte de Paulo Barreto, em 1921, amigos buscaram reabilitar a sua memória, no Rio e em Lisboa. |
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