Estudos taxonômicos em Campanulaceae do Brasil

Campanulaceae é uma família cosmopolita de angiospermas pertencente à ordem Asterales. São mais frequentemente ervas latescentes, com flores pentâmeras, caracterizadas pela presença de diferentes tipos de apresentação secundária do pólen. A família é dividida em cinco subfamílias, das quais as duas...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Coelho, Guilherme Peres
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/281678
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/281678
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Campanulaceae
Taxonomia
Espécies em extinção
Centropogon
Hippobroma
Lobeliaceae
Taxonomy
Descripción
Sumario:Campanulaceae é uma família cosmopolita de angiospermas pertencente à ordem Asterales. São mais frequentemente ervas latescentes, com flores pentâmeras, caracterizadas pela presença de diferentes tipos de apresentação secundária do pólen. A família é dividida em cinco subfamílias, das quais as duas maiores, Campanuloideae e Lobelioideae são encontradas no Brasil. Campanulaceae é fortemente suportada como um grupo monofilético por diversos estudos de sistemática filogenética, no entanto, o mesmo não ocorre com grandes gêneros da família como Lobelia, Siphocampylus e Wahlenbergia. O grupo, todavia, permanece pouco estudado no País, com o último trabalho abrangente datando do século XIX. Neste contexto, o objetivo desta tese foi realizar uma revisão taxonômica das espécies de Campanulaceae ocorrentes no Brasil. Para isto, foi realizada análise de material de diversos herbários nacionais e estrangeiros, bem como expedições de coleta. Identificou-se a ocorrência de 52 espécies de Campanulaceae no Brasil, das quais 31 são endêmicas e 15 são aqui propostas como espécies ameaçadas de extinção. Ainda, realizou-se a lectotipificação de 61 nomes, a neotipificação de 8 nomes, e a sinonimização de 31 nomes em nível de espécie ou variedade. Foram ainda descritas três espécies novas e foi citada pela primeira vez a ocorrência no Brasil do gênero Burmeistera, bem como da espécie Siphocampylus yerbalensis.