A história e as ciências sociais na profissionalização da historiografia argentina
Neste artigo, o autor reconstrói as relações travadas entre os praticantes da disciplina histórica na Argentina e os novos aportes trazidos pelas ciências sociais, num período que vai desde meados do século XIX, com a Historia de Belgrano (1857), de Bartolomé Mitre, até o término da Primeira Guerra...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Tempo Social (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/12595 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/ts/article/view/12595 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Argentine historiography Positivist historiography Social sciences Historiografia argentina Historiografia positivista Ciências sociais |
| Sumario: | Neste artigo, o autor reconstrói as relações travadas entre os praticantes da disciplina histórica na Argentina e os novos aportes trazidos pelas ciências sociais, num período que vai desde meados do século XIX, com a Historia de Belgrano (1857), de Bartolomé Mitre, até o término da Primeira Guerra Mundial, quando a chamada Nueva Escuela Histórica passa a controlar a disciplina na universidade (após a Reforma Universitária de 1918). Para tal, detém-se especialmente nas apropriações feitas pelo debate local argentino das proposições da historiografia positivista europeia, como a obra de H. Taine, por exemplo, concentrando-se nos seguintes autores: Bartolomé Mitre, Vicente Fidel López, José María Ramos Mejía, Ernesto Quesada, Augustín García, Juan Álvarez e Paul Groussac. |
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