Biodegradação de polipropileno recilado (ppr) e de poli (tereftalato de etileno) reciclado (petr) por Pleurotus ostreatus
Plásticos como o polipropileno (PP) e o poli (tereftalato de etileno) (PET) são produzidos a partir do petróleo que não são fontes renováveis e levam muitos anos para desaparecerem do ambiente onde são depositados, após sua utilização. Fungos do gênero Pleurotus,por possuírem um complexo enzimático...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Matéria (Rio de Janeiro. Online) |
| Repositorio: | Matéria (Rio de Janeiro. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:scielo:S1517-70762015000200452 |
| Acceso en línea: | http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-70762015000200452 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | biodegradação polipropileno poli (tereftalato de etileno) Pleurotus ostreatus. |
| Sumario: | Plásticos como o polipropileno (PP) e o poli (tereftalato de etileno) (PET) são produzidos a partir do petróleo que não são fontes renováveis e levam muitos anos para desaparecerem do ambiente onde são depositados, após sua utilização. Fungos do gênero Pleurotus,por possuírem um complexo enzimático único, que os habilita a degradar materiais lignocelulósicos, vêm sendo vastamente estudados. Estes fungos além de possuírem propriedades nutricionais têm aplicações em biorremediações tais como a biodegradação de 2,4-diclorofenol, poli (tereftalato de etileno) e poliuretanos. Neste trabalho, estudou-se a biodegradação dos polímeros PP e PET reciclados (PPr, PETr), por Pleurotus ostreatusDSM 1833 em meio de cultivo sólido, usando o meio de cultivo POL, sem glicose. Os polímeros PPr e PETr, na forma de pelletse de flakes, respectivamente, foram depositados em placas de Petri contendo o meio de cultivo. As placas previamente pasteurizadas foram inoculadas com micélio do P. ostreatus e incubadas a 30 ºC. A caracterização dos polímeros foi feita pelos testes de perda de massa (%) e pelas curvas de calorimetria diferencial exploratória (DSC). Após 45 dias de biodegradação o PETr apresenta 3,3% de perda de massa enquanto o PPr 0,3%. Quanto às curvas obtidas pelo DSC do grau de cristalinidade ((c) os polímeros apresentaram os seguintes valores: para o PETr biodegradado em 45 dias foi de 13%, enquanto que o controle abiótico foi de 29%. Já o (c do PPr foi de 31% no controle abiótico de 45 dias e aumentou para 35% no teste de biodegradação. |
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