A correção como procedimento de reformulação em chat educacional escrito em espanhol por brasileiros: tipos de operacionalização e marcas

O objetivo deste artigo foi analisar, nas interações realizadas por escrito dentro de um chat educacional, os tipos de operacionalização para o processo da correção - enquanto procedimento de reformulação, de acordo com a Perspectiva Textual-Interativa. O corpus, constituído por 31 sessões e por 17...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Barbosa-Paiva, Crisciene Lara [UNESP]
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/6409
Acesso em linha:http://dx.doi.org/10.1590/S0103-18132012000100007
http://hdl.handle.net/11449/6409
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:correção
reformulação
chat educacional
perspectiva textual-interativa
ensino de espanhol
correction
reformulation
educational chat
textual-interactive perspective
spanish teaching
Descrição
Resumo:O objetivo deste artigo foi analisar, nas interações realizadas por escrito dentro de um chat educacional, os tipos de operacionalização para o processo da correção - enquanto procedimento de reformulação, de acordo com a Perspectiva Textual-Interativa. O corpus, constituído por 31 sessões e por 17 participantes (1 professor e 16 alunos), mostrou a presença de quatro tipos de operacionalização da correção: autocorreção autoiniciada, autocorreção heteroiniciada, heterocorreção autoiniciada e heterocorreção heteroiniciada. O maior número de ocorrências foi o da autocorreção autoiniciada. Esse resultado sugere que: i) os participantes, nesse contexto, parecem se preocupar em preservar a auto-imagem, já que a correção não era essencial à compreensão do texto; ii) os escreventes conhecem as regras e, por isso, se monitoram; iii) a própria ferramenta chat contribui para a autocorreção autoiniciada; e iv) a preferência pela autocorreção autoiniciada parece evitar que o professor assuma o papel de corretor do curso de língua. Foram identificados, ainda, padrões de reformulação com e sem marcadores inscritos na materialidade do texto.