A ironia e suas refrações
Este livro estuda os discursos caracterizados pela dissonância, mais especificamente, a ironia, a paródia e o riso. Foram privilegiadas as teorias de Schopenhauer, Baudelaire e Jean Paul, já que são estudos que proporcionam uma aproximação estrutural e filosófica entre os fenômenos do riso e os disc...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | libro |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/109119 |
| Acceso en línea: | http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=35 http://hdl.handle.net/11449/109119 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Ironia Parodia Riso |
| Sumario: | Este livro estuda os discursos caracterizados pela dissonância, mais especificamente, a ironia, a paródia e o riso. Foram privilegiadas as teorias de Schopenhauer, Baudelaire e Jean Paul, já que são estudos que proporcionam uma aproximação estrutural e filosófica entre os fenômenos do riso e os discursos irônicos e paródicos. Desse modo, tal qual a ironia e a paródia, esse riso é também fruto de uma dissonância, que instaura, ao invés da certeza, a possibilidade, em lugar do uníssono, o ambivalente. O estudo dos significativos pontos de contato entre a ironia, a paródia e o riso legitima a relevância do sujeito na decodificação desses discursos caracterizados pela ambigüidade. Para a sua análise a autora analisou os textos: O homem duplicado (2002), de José Saramago, O cavaleiro inexistente (1959), de Ítalo Calvino, e O duplo (1846), de Dostoievski. A seleção das obras guiou-se pela estrutura dissonante dessas narrativas, nas quais se encontram muitas e variadas aplicações estéticas da ironia, da paródia e do riso |
|---|