LITERATURA JUVENIL E/OU LITERATURA YOUNG ADULT: DUAS FACES DA MESMA MOEDA?

Este trabalho visa discutir duas designações que vêm sendo bastante utilizadas pelo mercado editorial para designar a produção literária para a juventude: Literatura Juvenil e Literatura Young Adult. Apesar de parecer, a priori, nomeações distintas para as obras destinadas preferencialmente a um mes...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Segabinazi, Daniela Maria, Rodrigues, Severino
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Recursos:Uniabeu Centro Universitário (UNIABEU)
Repositorio:E-scrita
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.abeu.local:article/4246
Acesso em linha:https://revista.uniabeu.edu.br/index.php/RE/article/view/4246
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Letras; Literatura
Literatura Juvenil; Literatura Young Adult; Juventudes.
Literatura Juvenil
Descrição
Resumo:Este trabalho visa discutir duas designações que vêm sendo bastante utilizadas pelo mercado editorial para designar a produção literária para a juventude: Literatura Juvenil e Literatura Young Adult. Apesar de parecer, a priori, nomeações distintas para as obras destinadas preferencialmente a um mesmo público leitor, há especificidades que podem ser observadas em cada uma dessas expressões e também nas obras que elas representam, seja na maior ou menor aceitação pela comunidade acadêmica, seja pela abordagem ou linguagem exploradas na elaboração literária pelos próprios autores. Para fomentar tal discussão, partimos de entrevistas a escritores e editores de literatura destinada a jovens, questionando como analisam essas duas expressões e, de que forma, o modo como interpretam as designações Literatura Juvenil e Literatura Young Adult influenciam sua produção. Nossa fundamentação teórica parte de uma gama de estudiosos dedicados à literatura juvenil brasileira, como Navas (2018), Colomer (2017), Zilberman (2014), Luft (2010), Ceccantini (2000) e Lajolo & Zilberman (2017; 1985) acerca da literatura juvenil, suas especificidades e valores estéticos, além de Almeida (2019), Ávila (2018) e Vilela (2017).