Influência das avós na prática do aleitamento materno

Objetivo: Verificar a influência das avós na prática do aleitamento materno. Métodos: Estudo prospectivo com 601 mães de recém-nascidos normais nascidos em hospital universitário na cidade de Porto Alegre, no Estado do Rio Grande do Sul. Os dados foram coletados na maternidade e nos domicílios, com...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Susin, Lulie Rosane Odeh, Giugliani, Elsa Regina Justo, Kummer, Suzane Cerutti
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2005
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande (FURG)
Repositorio:Repositório Institucional da FURG (RI FURG)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.furg.br:1/3064
Acceso en línea:http://repositorio.furg.br/handle/1/3064
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Aleitamento materno
Lactação
Conhecimentos, atitudes, prática em saúde
Aleitamento materno exclusivo
Aleitamento materno, influência de avós
Breast feeding
Lactation
Health knowledge, attitudes, practice
Breastfeeding, exclusive
Breastfeedings practice, influence
Descripción
Sumario:Objetivo: Verificar a influência das avós na prática do aleitamento materno. Métodos: Estudo prospectivo com 601 mães de recém-nascidos normais nascidos em hospital universitário na cidade de Porto Alegre, no Estado do Rio Grande do Sul. Os dados foram coletados na maternidade e nos domicílios, com um, dois, quatro e seis meses pós-parto, mediante entrevista com as mães. As informações sobre as avós foram obtidas na primeira visita ao domicílio. Regressão logística múltipla foi utilizada para testar associações entre variáveis relacionadas às avós e prevalências de amamentação. Resultados: As seguintes variáveis mostraram associação significativa com interrupção do aleitamento materno exclusivo no primeiro mês: avós maternas e paternas que aconselhavam o uso de água ou chá (RC=2,2 e 1,8, respectivamente) e de outro leite (RC=4,5 e 1,9, respectivamente). Interrupção do aleitamento materno nos primeiros seis meses esteve associada com avós maternas e paternas que aconselhavam o uso de outro leite (RC=2,4 e 2,1, respectivamente). Contato não diário com a avó materna foi fator de proteção para a manutenção da amamentação aos seis meses. Conclusões: As avós podem influenciar negativamente na amamentação, tanto na sua duração quanto na sua exclusividade. Essa informação pode ser útil no planejamento de estratégias de promoção do aleitamento materno.