AKO APETI XOKO ÛTI AKOTI ÛTI: algumas considerações sobre o trabalho de campo semântico na língua Terena
Este artigo divide-se em dois eixos principais. O primeiro concentra-se na descrição da metodologia empregada na pesquisa de campo sobre os indefinidos na língua Terena. Assim, além de explicarmos brevemente em que consiste a elicitação controlada, optamos também por apresentar o protocolo metodológ...
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | Cadernos de Estudos Linguísticos |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/8679920 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/cel/article/view/8679920 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Terena Aruak Trabalho de campo semântico Indefinidos Pesquisa decolonial Semantic fieldwork Indefiniteness Decolonial research Trabajo de campo semántico Investigación decolonial |
| Resumo: | Este artigo divide-se em dois eixos principais. O primeiro concentra-se na descrição da metodologia empregada na pesquisa de campo sobre os indefinidos na língua Terena. Assim, além de explicarmos brevemente em que consiste a elicitação controlada, optamos também por apresentar o protocolo metodológico do projeto “A (In)Definitude da perspectiva das línguas sub-representadas”, projeto este planejado com base na aplicabilidade interlinguística do questionário de Dayal (no prelo). Dentre os ferramentais para a apresentação dos contextos de proferimento das sentenças-alvo, destacamos a produção de vídeos curtos, feitos com celular e sem necessidade de recursos tecnológicos avançados. Essa se mostrou uma ferramenta muito útil em nossa pesquisa, principalmente quando técnicas mais tradicionais, como storyboards ou ilustrações, não surtiram resultado, como no caso das interpretações ambíguas dos nus em relação ao operador de negação. O segundo eixo deste artigo diz respeito à importância da formação de linguistas indígenas. Aronaldo Júlio, um dos autores deste artigo, exemplifica como integra a metodologia a semântica formal com os protocolos culturais de seu povo, produzindo assim uma pesquisa colaborativa e decolonial. |
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