Pensamentos, emoções de um grupo de cadeirantes frente aos problemas causados pela falta de acessibilidade nas universidades

Objetivo: Conhecer a percepção dos sentimentos em 7 universitários cadeirantes, frente aos obstáculos físicos dentro da instituição de ensino, os sintomas de depressão e a interação desses alunos com outros colegas da universidade. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo descritivo, de corte tran...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Prado, Maria Cecília, Silva, Patrícia Costa dos Santos da, Ferreira, Simone Cristina, Graciano, Miriam Monteiro de Castro, Soares, Evelise Aline, Mesquita, Gema
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFLA
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufla.br:1/41955
Acceso en línea:https://repositorio.ufla.br/handle/1/41955
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cadeirantes - Acessibilidade
Universidades - Acessibilidade
Wheelchair users - Accessibility
Universities - Accessibility
Descripción
Sumario:Objetivo: Conhecer a percepção dos sentimentos em 7 universitários cadeirantes, frente aos obstáculos físicos dentro da instituição de ensino, os sintomas de depressão e a interação desses alunos com outros colegas da universidade. Materiais e Métodos: Trata-se de um estudo descritivo, de corte transversal entre sete cadeirantes estudantes de graduação, homens (5) e mulheres (2) na faixa etária de 20 a 25 anos. A coleta de dados foi obtida através de questionário autoavaliativo, composto por perguntas descritivas e objetivas. O acesso aos participantes aconteceu dentro da universidade frequentada pela pesquisadora, no domicilio e via internet. Resultados: Observou-se que todos os cadeirantes alegaram que as universidades não oferecem acesso adequado e 71,5% disseram que diante da falta de acesso se sentem dependentes para executar algumas atividades. A respeito da interação com os colegas 14,2% atribuem a falta de acessibilidade como fator que impede a interação, 42,9% referem que somente em algumas situações. Os sentimentos relatados foram exclusão e raiva (42,9%), constrangimento (28,6%) e revolta (28,6%). Conclusão: Os alunos cadeirantes foram unânimes ao responderem que a falta de acesso não influência no rendimento escolar e não impedem que estudem. Não houve relações significativas com a falta de acesso, e o desempenho escolar, interação e incidência de depressão. Palavras Chave: Acessibilidade, Universidade, Cadeirantes.