Tolerância cruzada no modelo de inflamação pulmonar alérgica experimental.

A tolerância pode ser considerada um dos pilares da imunologia. Sabe-se que a tolerância a um antígeno pode gerar tolerância a outro antígeno não relacionado, fenômeno conhecido como tolerância cruzada. Neste trabalho caracterizamos a tolerância cruzada utilizando a OVA como tolerógeno e extrato de...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Balbino, Bianca
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-14032015-090306
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/42/42133/tde-14032015-090306/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Blomia tropicalis (Bt)
Keyhole limpet hemocianina (KLH)
Allergic lung disease
Asma alérgica experimental
Cross-tolerance
Hemocianina de Keyhole limpet (KLH)
Ovalbulmina (OVA)
Ovalbumin (OVA)
Tolerância cruzada
Descripción
Sumario:A tolerância pode ser considerada um dos pilares da imunologia. Sabe-se que a tolerância a um antígeno pode gerar tolerância a outro antígeno não relacionado, fenômeno conhecido como tolerância cruzada. Neste trabalho caracterizamos a tolerância cruzada utilizando a OVA como tolerógeno e extrato de Blomia tropicalis (Bt) ou Hemocianina de Keyhole limpet (KLH) como alérgenos. Verificamos que é possível reproduzir o fenômeno da tolerância cruzada neste modelo de inflamação alérgica induzida tanto pelo KLH quanto pela Bt, com diminuição do infiltrado inflamatório no pulmão, eosinófilos, IgE total e produção de muco. Ainda, a estratégia de utilizar a tolerância cruzada terapeuticamente, i.é., após a sensibilização com KLH, a indução de tolerância cruzada não foi capaz de prevenir a resposta alérgica. Em conjunto, nossos dados mostram que a tolerância à OVA modifica as respostas alérgicas tanto à Bt quanto ao KLH no modelo de inflamação pulmonar experimental de forma profilática, mas que a tolerância cruzada não é eficiente em animais já sensibilizados.