Perdas de solo por erosão usando usle e sig no manancial da bacia hidrográfica do córrego rico

Ações antrópicas de bacias hidrográficas sem estabelecer os princípios de conservação de seus recursos naturais, acarreta devastação. A erosão é um processo físico de desagregação, transporte e deposição do solo. O transporte do sedimento é realizado principalmente pelo escoamento superficial da águ...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Cardoso, Edson Lopes [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/250884
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/11449/250884
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Geoprocessamento
Conservação do solo
Erosão
Descripción
Sumario:Ações antrópicas de bacias hidrográficas sem estabelecer os princípios de conservação de seus recursos naturais, acarreta devastação. A erosão é um processo físico de desagregação, transporte e deposição do solo. O transporte do sedimento é realizado principalmente pelo escoamento superficial da água e, ocorre de curta a longa distância. As camadas superficiais do solo retiradas pela água das chuvas que escoam e os processos pedogenéticos podem ser quantificados aplicando a Universal Soil Loss Equation (USLE) e espacializada com o uso de um sistema de informação geográfica (SIG). O objetivo deste trabalho foi determinar as perdas de solo por erosão hídrica no Manancial da Bacia Hidrográfica do Córrego Rico (MBHCR). Para cada fator da equação foi elaborado um mapa cartográfico da área de estudo, utilizando as técnicas de geoprocessamento e programas de sistemas de informação geográfica. Fator erosividade de 7984 MJ mm ha-1 h-1 ano-1 do município de Monte Alto apresentou-se maior do que no município de Taquaritinga, 7936 MJ mm ha-1 h-1 ano-1. A erodibilidade foi de 0.0425 t.ha.h/ha.MJ-1.mm-1 , constante para área de estudo, devido a predominância dos Argissolos. O Fator LS variou entre 0 e 31, e com classe abaixo de 3 em grande parte da área. Para o Fator C percebe-se 49,05% da área é ocupado pelos principais usos: Plantas daninhas; Cana em transição (brotação) e Mata, com os valores de 0,42 a 0,43 (adimensional). A classe de erosão baixa (0 a 10 t.ha-1.ano-1) que representa a maior parte das microbacias evidencia que o uso/manejo do solo e as práticas conservacionistas atuais, representados pelos fatores C e P da USLE, estão promovendo a redução das taxas de erosão em grande parte de sua extensão e a conservação do recurso natural solo. A estimativa média da perda de solo para a região de manancial da microbacia do córrego Rico foi de 548,2 t ha-1 ano-1. A distribuição espacial da perda de solo e do potencial natural de erosão foi mais grave nas regiões a montante devido à topografia mais acentuada e maior quebra de declive. Este estudo corrobora que o o modelo USLE integrado com o ArcGIS é uma técnica relevante e prática para verificar a variabilidade espacial da perda de solo na área de manancial da bacia hidrográfica do córrego Rico.