Zoosporogênese in vitro entre isolados do oomiceto Pythium insidiosum

Pythium insidiosum é um oomiceto aquático, responsável pela etiologia da pitiose, uma enfermidade crônica, observada freqüentemente em eqüinos. A produção de zoósporos móveis por este microrganismo se constitui no fator determinante da ocorrência da enfermidade. Este estudo avaliou a zoosporogênese...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Pereira, Daniela Isabel Brayer, Santúrio, Jânio Morais, Alves, Sydney Hartz, Argenta, Juliana Siqueira, Cavalheiro, Ayrton Sydnei, Ferreiro, Laerte
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/22262
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/22262
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Pitiose
Pythium insidiosum
oomiceto
Zoosporogenesis
Zoospores
Oomycete
Pythiosis
Descripción
Sumario:Pythium insidiosum é um oomiceto aquático, responsável pela etiologia da pitiose, uma enfermidade crônica, observada freqüentemente em eqüinos. A produção de zoósporos móveis por este microrganismo se constitui no fator determinante da ocorrência da enfermidade. Este estudo avaliou a zoosporogênese e quantificou a produção de zoósporos de 32 amostras de Pythium insidiosum isoladas de eqüinos naturalmente infectados. Pythium insidiosum foi cultivado em meio Corn Meal Agar acrescido de fragmentos de grama, durante 5 dias, a 370C. Posteriormente, os fragmentos de grama parasitados foram incubados em Meio de Indução a 370C, por 24 horas. Observou-se que 16 amostras (50%) produziram 20.000 zoósporos mL-1, 12 isolados (37,5%) produziram acima de 20.000 zoósporos mL-1, enquanto quatro amostras (12,5%) produziram menos de 20.000 zoósporos mL-1. O período de maior produção de zoósporos foi entre 6 e 8 horas de incubação. O protocolo utilizado na indução da zoosporogênese mostrou-se eficiente e representa uma importante ferramenta, tanto para a identificação do Pythium insidiosum, como para a obtenção de zoósporos em quantidades suficientes para a inoculação em animais experimentais e aplicação no desenvolvimento de testes de suscetibilidade.