Utilização de enxerto autógeno e substitutos ósseos no levantamento do seio maxilar: análise volumétrica
A proposta deste estudo foi avaliar o processo de manutenção de volume dos biomateriais vidro bioativo e beta tricálcio-fosfato (β-TCP) associados ou não ao osso autógeno na técnica de levantamento do seio maxilar de humanos. Treze seios maxilares foram enxertados com β-TCP, sete com β-TCP associado...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/154114 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/154114 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Seio maxilar Transplante ósseo Tomografia Maxillary sinus Bone transplant Tomography |
| Sumario: | A proposta deste estudo foi avaliar o processo de manutenção de volume dos biomateriais vidro bioativo e beta tricálcio-fosfato (β-TCP) associados ou não ao osso autógeno na técnica de levantamento do seio maxilar de humanos. Treze seios maxilares foram enxertados com β-TCP, sete com β-TCP associado ao osso autógeno, onze com vidro bioativo, nove com vidro bioativo associado ao osso autógeno e onze com osso autógeno (Grupo Controle). Após 7 a 14 dias, tomografias computadorizadas de feixe cônico (TCFC) foram solicitados para mensurar o volume inicial do enxerto (T1). Decorridos 6 meses de reparação óssea, novos exames tomográficos foram realizados para avaliar o volume final (T2) e verificar as alterações volumétricas dos materiais. Após a análise dos resultados, considerando as alterações volumétricas em um período de 6 meses, evidenciou-se um comportamento semelhante entre o enxerto autógeno e os substitutos ósseos, não sendo observada diferença estatisticamente significante entre os materiais analisados. |
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