Distribuição espacial dos usos residenciais do solo : o caso de Porto Alegre
Nesta dissertação propomos o estudo de distribuição espacial dos usos do solo residenciais urbanos em uma metrópole brasileira média. O trabalho focaliza o processo pelo qual uma relação entre o espaço urbano e a formação sócio-econômica se desenvolve, levando em conta os vários fatores que intervêm...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1982 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/149096 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/149096 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Ecologia urbana : Porto Alegre Uso do solo : Porto Alegre (RS) Evolução urbana : Porto Alegre (RS) |
| Sumario: | Nesta dissertação propomos o estudo de distribuição espacial dos usos do solo residenciais urbanos em uma metrópole brasileira média. O trabalho focaliza o processo pelo qual uma relação entre o espaço urbano e a formação sócio-econômica se desenvolve, levando em conta os vários fatores que intervêm na formação de um exemplo específico de configuração dos usos do solo residenciais. O trabalho se desenvolve em duas linhas paralelas de investigação, a saber: - Uma análise bibliográfica, considerando as diversas teorias que tratam o tema, particularmente a Ecologia Humana e a Economia Urbana Neoclássica, assim como enfoques críticos e alternativos a essas Escolas; - Um estudo empírico da realidade urbana de Porto Alegre, buscando as possibilidades de uma metodologia de análise integrada desses diversos fatores. Esses estudos nos levaram à conclusão de que fatores relativamente autônomos ligados à formação sócio-econômica estdada, aos modelos culturais dominantes e a critérios de qualidade natural ou construída do solo urbano interagem dinamicamente na configuração dos usos do solo residenciais. Tais resultados nos levaram a rejeitar explicações das configurações urbanas baseadas em relações unicausais ou unívicas entre espaço e formação sócio-econômica, assim como a aplicação apriorística de padrões universais de estrutura espacial das cidades. |
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