Cultura visual e as alegorias da estética: o imaginário da fealdade na produção de sentido do século XXI.
Na história da civilização ocidental, a estética da beleza sempre teve lugar de destaque e manteve sua marca nas produções artísticas e culturais. Já a feiura, ao ser associada àquilo que é desarmonioso, amorfo e descomunal, esteve à margem das pesquisas e das representações visuais, em relação à su...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Londrina (UEL) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UEL |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.uel.br:123456789/18916 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.uel.br/handle/123456789/18916 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Beleza Feiura Representações Visuais Percepção Social Hiperespetacularização Comunicação social Estética da beleza Feio (representação visual) Ciências Sociais Aplicadas - Comunicação Beauty Ugliness Visual Representations Social Perception Hyperspectacularization Social communication Aesthetics of beauty Ugly (visual representation) |
| Sumario: | Na história da civilização ocidental, a estética da beleza sempre teve lugar de destaque e manteve sua marca nas produções artísticas e culturais. Já a feiura, ao ser associada àquilo que é desarmonioso, amorfo e descomunal, esteve à margem das pesquisas e das representações visuais, em relação à sua gênese, desenvolvimento e particularidades. Nesse sentido, o problema que norteou esse estudo foi: “De que maneira os princípios da fealdade se manifestam no contexto de uma sociedade hiperespetacularizada?” O objetivo principal foi investigar a estética do feio, suas reverberações no imaginário coletivo, bem como suas representações no campo das artes e da moda. A metodologia utilizada teve como base a pesquisa bibliográfica e exploratória, a partir de autores que se debruçaram sobre a estética e sua intrínseca relação com o belo e feio, a saber: Rosenkranz (2015), Baumgarten (1993), Kant (1995), Hegel (1996), Kirchof (2003), (Eco, 2004; 2007), Rosenfield (2006), Guyer (2020), Gombrich (201 1), Lino (2015; 2020), Lipovetsky e Serroy (2015), Nunes (2017; 2020), Deleuze e Guattari (201 1), entre outros. Além da revisão bibliográfica, a pesquisa utilizou a metodologia do Estado da Arte para consolidar o referencial teórico, seguida pela Análise de Protocolo Verbal (VPA), que organiza os dados em unidades, questionamentos e suposições, estruturando informações e conceitos-chave para uma análise estratégica do conteúdo coletado. Os resultados finais evidenciam que a ascensão do feio aos debates e alegorias estéticas, não significa sua completa aceitação social. A fealdade segue fortemente atrelada a idealizações de cunho negativo, e, mesmo na contemporaneidade, em que é possível notar uma espécie de democratização estética, a busca pela perfeição continua sendo massiva, atingindo novos graus de obsessão coletiva. |
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