Should state-owned enterprises be privatized in developing countries? evidence from Brazil
A ascensão e queda do capitalismo de Estado no Brasil reabriu o debate sobre a privatização, um tema bastante polarizado no país tanto entre economistas e formuladores de políticas públicas. Este estudo investigou os efeitos da propriedade estatal no desempenho das empresas, por meio de variáveis co...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFMG |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufmg.br:1843/43615 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/1843/43615 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Privatization State-owned enterprise Corporate finance Profitability GMM Empresas estatais Privatização Finanças corporativas |
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Aureliano Angel Bressan http://lattes.cnpq.br/1007654000671281 Francisco Vidal Barbosa Robert Aldo Iquiapanja Coaguila Alexandre Vasconcelos Aronne Sérgio Giovaneƫ Lanjnjarini |
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A ascensão e queda do capitalismo de Estado no Brasil reabriu o debate sobre a privatização, um tema bastante polarizado no país tanto entre economistas e formuladores de políticas públicas. Este estudo investigou os efeitos da propriedade estatal no desempenho das empresas, por meio de variáveis como lucratividade, eficiência do trabalho e valorização das ações usando modelos econométricos com dados em painel e modelos dinâmicos para controle de endogeneidade. Os resultados mostraram que as estatais têm desempenho inferior aos seus pares privatizados em praticamente todas as medidas. O controle estatal tem um impacto negativo significativo na lucratividade, na eficiência do trabalho e nos valores de mercado das empresas. Essa relação negativa pode ser atribuída às políticas arraigadas que abusam dos recursos do Estado, particularmente no excesso de emprego nas empresas. Este estudo concentrou-se no impacto agregado das empresas estatais, e não em seus desempenhos individuais. Os resultados pretendem esclarecer questionamentos sobre a participação do governo na gestão de empresas, como política pública e a que custo. A análise do desempenho das empresas privatizadas demonstra que elas são mais bem geridas, geram maior retorno a seus acionistas, investem mais e, no longo prazo, empregam mais pessoas à medida expandem seus negócios. Para os investidores, fica claro que as empresas estatais no Brasil apresentam desempenho inferior, e esse fato se reflete em recorrentes precificações de mercado descontadas, a despeito de ciclos econômicos ou da orientação política do governo. Portanto, o debate sobre privatizações no Brasil ganha novos argumentos com informações relevantes para os formuladores de políticas públicas. |
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