A presença melancólica em Perto do coração selvagem, de Clarice Lispector
O presente trabalho tem por objetivo analisar a presença da melancolia como força mobilizadora do enredo no romance Perto Do Coração Selvagem de Clarice Lispector, partindo inicialmente de uma breve contextualização histórica da melancolia e em seguida definindo-se quais os principais autores serão...
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/210460 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/210460 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Literatura brasileira Clarice Lispector Melancolia Filosofia |
| Sumario: | O presente trabalho tem por objetivo analisar a presença da melancolia como força mobilizadora do enredo no romance Perto Do Coração Selvagem de Clarice Lispector, partindo inicialmente de uma breve contextualização histórica da melancolia e em seguida definindo-se quais os principais autores serão usados como suporte teórico que estão citados abaixo. Pelo viés do cruzamento da literatura com a filosofia, a personagem principal, Joana, será apontada em uma análise mais detalhada na construção de sua subjetividade a partir de suas provocações a uma sociedade tradicional através da alteridade com outros personagens. Vale-se, então, da percepção da linguagem com seus paradoxos e suas quebras frasais em que a força da palavra dialetiza com a melancolia dando pistas de um olhar estético na propulsão do enredo melancólico. A seguir, utilizando-se do estudo da linguagem com o olhar específico nas figuras metafóricas e paradoxais far-se-á o levantamento da presença melancólica no romance Perto do Coração Selvagem. A partir desse levantamento, propõe-se uma análise teórico filosófica através dos textos de Walter Benjamin, Freud, Susana Kampff Lages, Jeana Laura da Cunha Santos, além de Yudith Rosenbaum, Gilberto Martins, Benedito Nunes e Olga de Sá fundamentais para o entendimento do mundo clariciano em que solidão, liberdade, felicidade e melancolia definem o tom da obra. |
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