O debate clássico do campesinato e sua resistência no modo de produção capitalista.
Esse ensaio procura revisar estudos clássicos sobre a inserção docapitalismo no campo e a questionável extinção dos camponeses. Baseado nas concepções lineares da evolução do capitalismo, autores do final do século XIX, como Karl Kautsky e Vladmir Ulianov ‘Lênin’, previram que a classe camponesa des...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) |
| Repositorio: | Revista Terr@ plural (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:uepg.br:article/12375 |
| Acceso en línea: | https://revistas.uepg.br/index.php/tp/article/view/12375 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | camponeses capitalismo resistência modo de vida. |
| Sumario: | Esse ensaio procura revisar estudos clássicos sobre a inserção docapitalismo no campo e a questionável extinção dos camponeses. Baseado nas concepções lineares da evolução do capitalismo, autores do final do século XIX, como Karl Kautsky e Vladmir Ulianov ‘Lênin’, previram que a classe camponesa desapareceria ou então seria absorvida pelas demais classes. Todavia, esta concepção não era unanimidade entre autores como Rosa Luxemburgo e Alexander Chayanov. Estes, por meio de suas análises, defenderam que a persistência do campesinato no capitalismo superava as concepções de classe, sendo uma externalidade necessária para a acumulação do sistema capitalista, e portanto sua extinção seria questionável |
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