Unidade de vizinhana em suas conexões latino-americanas: a construção do conceito e suas apropriações nas obras de Josep Lluí­s Sert, Carlos Raul Villanueva e Affonso Eduardo Reidy entre 1945 e 1958.

A pesquisa lança uma reflexão sobre a construção do conceito de Unidade de Vizinhança por Clarence Perry (1872 - 1944), em estreita relação com a noção de comunidade desenvolvida pela Escola de Chicago de sociologia. Explora também a circulação deste conceito através das redes profissionais e public...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Roldan, Dinalva Derenzo
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-09092019-164932
Acesso em linha:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16136/tde-09092019-164932/
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Congresso Internacional de Arquitetura Moderna
História do urbanismo
History of urbanism
Internacional Congress of Modern Architecture
Neighborhood unit
Reidy; Affonso Eduardo
Sert; Josep Lluís
Unidade de vizinhança
Villanueva; Carlos Raúl
Descrição
Resumo:A pesquisa lança uma reflexão sobre a construção do conceito de Unidade de Vizinhança por Clarence Perry (1872 - 1944), em estreita relação com a noção de comunidade desenvolvida pela Escola de Chicago de sociologia. Explora também a circulação deste conceito através das redes profissionais e publicações do período analisando as apropriação da Unidade de Vizinhança nos discursos e nas práticas de arquitetos atuantes na América Latina no segundo pós-guerra através de suas trajetórias, produção intelectual e planos urbanos. O foco recai nos movimentos de circulação, recepção deste conceito e suas apropriações nos planos urbanos e projetos concebidos por Josep Lluís Sert (1902-1983) na Colômbia, Carlos Raúl Villanueva (1900-1975) na Venezuela e Affonso Eduardo Reidy (1909-1964) no Brasil entre os anos 1945 e 1958. Momento em que a América Latina passa a ser alvo de olhares de arquitetos e críticos de arquitetura e urbanismo modernos, vistos ora como desvios dos preceitos modernistas, ora como singularidades inovadoras. Contudo, é o momento em que a América Latina é sobretudo um espaço de circulação de profissionais estrangeiros, sejam como consultores, migrantes que se estabelecem, viajantes etc, que intensificam os contatos e trocas culturais. O trabalho localiza o debate teórico e conceitual que embasa as proposições urbanísticas acerca do conceito de Unidade de Vizinhança, seu deslocamento do campo sociológico para o urbanístico e sua formalização diante da relevância que o tema assume no debate urbanístico no segundo pós-guerra.