Foraminíferos Bentônicos Durante a Transição Pleistoceno/Holoceno da Plataforma Externa da Baía de Guanabara – RJ

Este trabalho analisou assembleias de foraminíferos bentônicos em amostras de testemunho em área da plataforma externa em frente à baía de Guanabara no Rio de Janeiro, para observar mudanças paleoambientais e processos de deposição sedimentar. As coletas foram realizadas através de amostrador a pist...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Rangel, Fábio Esteves, Vilela, Claudia Gutterres, Reis, Antônio Tadeu dos, Souza, Taísa Camila Silveira de, Poço, Raiane Gomes Tardin Cavalcanti do
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2019
Country:Brasil
Institution:Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Repository:Anuário do Instituto de Geociências (Online)
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:www.revistas.ufrj.br:article/29960
Online Access:https://revistas.ufrj.br/index.php/aigeo/article/view/29960
Access Level:Open access
Keyword:Paleoambiente; Deposição sedimentar; Datação; Biofácies
Description
Summary:Este trabalho analisou assembleias de foraminíferos bentônicos em amostras de testemunho em área da plataforma externa em frente à baía de Guanabara no Rio de Janeiro, para observar mudanças paleoambientais e processos de deposição sedimentar. As coletas foram realizadas através de amostrador a pistão em isóbata de 155 m. Foram estudadas 42 amostras distribuídas, ao longo do testemunho PRIMA 4 de 3,30 m que foram tratadas em laboratório com metodologia especifica para foraminíferos. As variáveis e os descritores faunísticos utilizados no presente trabalho foram a diversidade, a dominância e a equitatividade para a caracterização paleoambiental. Através de análises de agrupamento foi possível identificar três biofácies de foraminíferos bentônicos AE/QQ, QQ/QC e CU/QQ. Resultados de datação radiométrica (14C AMS) do testemunho Prima 4 revelaram que o testemunho possui sedimentos depositados durante o início da transgressão marinha que acompanhou a última deglaciação iniciada, globalmente, após o Último Máximo Glacial (LGM).Os padrões de distribuição vertical das espécies de foraminíferos no testemunho mostraram-se bastante variáveis, como resultado da resposta dos organismos às condições de deposição durante os últimos 28 mil anos A.P.